sexta-feira, 10 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017

Slides da aula 3

Seguem os slides da aula 3, sobre a definição institucional do capitalismo, aqui. Desculpem a demora.

sábado, 4 de março de 2017

Textos da aula 5

Os textos para a aula sobre classes sociais e interesses materiais são possivelmente os mais difíceis com os quais trabalharemos no semestre. A noção de classe social é bastante controversa e no texto de minha autoria há uma abordagem específica, baseada na ideia de que classes se sustentam de maneira relacional, tendo como chave analítica e definidora o conceito de exploração. O texto de Offe e Wiesenthal é uma leitura exigente; o fio norteador para nossa aula é entender por que trabalhadores e donos dos meios de produção (capitalistas) enfrentam dilemas e dificuldades diferentes no momento de agirem em defesa de seus interesses. Se entendermos isso, teremos conseguido "provar" a relevância da análise de classe para dar conta de interações e estratégias sociais.

-- Claus Offe e Helmut Wiesenthal, Duas lógicas da ação coletiva, disponível aqui. Só precisam ler p. 61-71.
-- João Alexandre Peschanski e Daniel Bin, "Classes sociais e mercado de trabalho", disponível aqui.

Claus Offe é um pensador instigante, autor de uma obra monumental, versando sobre teoria política. Além desse escrito de grande influência que lemos para a aula sobre o capitalismo, eventualmente o leremos também sobre o Estado e o poder. Há obras dele disponíveis na biblioteca e recomendo vivamente a leitura a quem quiser aprofundar-se sobre a maneira como as relações econômicas têm impacto na política, especialmente quando as relações econômicas não são carcomidas por corrupções e desvios.

Copio abaixo trechos de um artigo que comenta os argumentos principais de Offe e Wiesenthal, no texto que temos para ler. No fim dos trechos, há um último parágrafo de minha autoria. O autor do artigo é Alvaro Bianchi, professor de Ciência Política da Unicamp, em sua contribuição crítica ao debate sobre ações econômicas “Empresários e ação coletiva: notas para um enforque relativo” (Revista de Sociologia e Política 28, 2007):


[...] esses autores rejeitam uma “teoria geral da ação coletiva”, destacando a necessidade de diferenciar as lógicas próprias de cada grupo social. [...] Para além das semelhanças formais entre associações de empresas e sindicatos operários, esses autores procurarão apontar a diferenciação de classe específicas dos respectivos tipos de fatores input (o que precisa ser organizado) e a natureza dos outputs (condições de sucesso estratégico que precisam ser alcançadas no meio ambiente das organizações).
[...] O capital tem como necessidade combinar o trabalho e os bens de capital, a fim de produzir mais-valia. Ambos os elementos consistem em trabalho social, mas, enquanto um é o resultado de trabalho passado (“trabalho morto”), o outro é força de trabalho como potência presente. Combinar este último, que não é separável dos portadores da força de trabalho, com os demais “fatores de produção” consiste no problema fundamental com o qual o capitalista tem de lidar.
Tal diferença está no fato de que o trabalho pode ser feito somente pelo trabalhador, apesar de ele “pertencer”, legalmente, ao capitalista. Cada trabalhador controla somente uma unidade de força de trabalho que a vende sob condições de concorrência com outros trabalhadores que fazem o mesmo. A força de trabalho viva é simultaneamente viva e não divisível (possui uma individualidade insuperável, na medida em que é “possuída” e controlada por indivíduos discretos). O capital, por sua vez, compreende muitas unidades de trabalho “morto” sob um comando unificado. [...] Não podendo fundir-se, os trabalhadores, no máximo, conseguem associar-se para compensar parcialmente a vantagem de poder do capital. 
O que Offe e Wiesenthal mostram é que atores econômicos, dependendo de suas classes, podem ter diferentes qualidades – “essências”, segundo Bianchi –, o que afeta seus interesses e capacidades. Há problemas diferentes para capitalistas e trabalhadores na compreensão de seus interesses materiais. Para os capitalistas, os interesses são evidentes, “a necessidade [de] combinar o trabalho e os bens de capital, a fim de produzir mais-valia”. Todo cálculo racional dos capitalistas segue, portanto, esse único critério, a maximização da produção de mais-valia. No caso dos trabalhadores, que “possu[em] uma individualidade insuperável, na medida em que é ‘possuída’ e controlada por indivíduos discretos”, há uma miríade de interesses, na medida em que “cada trabalhador controla somente uma unidade de força de trabalho”, que é “simultaneamente viva e não divisível”, e os trabalhadores precisam desenvolver canais de comunicação para chegar à compreensão de seu interesse material como um coletivo. Os trabalhadores só conseguem agir, pelo menos inicialmente, quando superam o estágio do egoísmo e cooperam, estabelecem formas de solidariedade, dialogam. Do mesmo modo, as capacidades de luta de capitalistas e trabalhadores diferem: os primeiros precisam apenas mobilizar recursos financeiros para tentar maximizar seus interesses; os segundos precisam mobilizar pessoas, como o que ocorre em greves, o que cria toda sorte de dilemas variados, já que, em muitos casos, isso envolve riscos aos que participam de lutas em defesa dos interesses dos trabalhadores.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Textos da aula 4

Estão aqui as leituras para a aula sobre "A propriedade privada e a alternativa comuns". São três textos.

-- Yochai Benkler, "Saber comum: produção de materiais educacionais entre pares". Disponível aqui. Apenas as p. 13-19 e 27-33.
-- Luís Mauro Sá Martino, "A esfera pública conectada de Benkler". Disponível aqui.
-- João Alexandre Peschanski e Daniel Bin, "Origem do capitalismo e propriedade privada". Disponível aqui.

O Prof. Luís Mauro Sá Martino é da Faculdade Cásper Líbero e uma das principais influências acadêmicas em teoria da comunicação e análise de redes. Vale a pena dar uma olhada no perfil dele, escrito por estudantes de jornalismo, aqui. O texto que leem para esta aula é extraído de um livro recente e maravilhoso do Prof. Sá Martino, intitulado Teoria das mídias digitais – Linguagens, ambientes e redes -- é uma daquelas obras indispensáveis, cuja leitura na íntegra é quase obrigatória para qualquer estudante e profissional de comunicação, por oferecer um panorama sofisticado de várias correntes de análise contemporâneas sobre redes e comunicação. Confiram aqui uma resenha interessante sobre o livro.

Yochai Benkler é um dos principais teóricos da alternativa ao capitalismo. Seu principal livro, The Wealth of Networks (A riqueza das redes), tornou-se uma referência importante tanto nas ciências sociais quanto na produção econômica não capitalista, como o software livre.

Yochai Benkler, em 2007. Fonte: Joi Ito/Wikimedia Commons


Aqui vai o link para uma entrevista que ele concedeu em 2009 à revista Época:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT53938-15228,00.html

Aqui vai o link para uma palestra curta, no formato "TED talk", em inglês:
http://www.ted.com/speakers/yochai_benkler

Aqui vai o link para o livro The Wealth of Networks, em inglês, distribuído pelo próprio autor. A tradução para o português é feita de modo cooperativo, e o link também segue:
http://www.benkler.org/Benkler_Wealth_Of_Networks.pdf
http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/A_Riqueza_das_Redes_-_Cap%C3%ADtulo_1

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Slides da aula 2

A aula de hoje, aqui, é uma reflexão introdutória sobre instituições, que nos oferece um arsenal teórico para entender o funcionamento do capitalismo. Nossa formulação inicial de regras de jogo e racionalidade serve de fio condutor de muito do material que veremos neste bimestre.

Leituras da aula 3

As leituras obrigatórias para 2-4 de março são:

-- a seção "Burgueses e proletários", de Manifesto Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels; e
-- o capítulo "Capitalismo, uma definição", de Capitalismo, uma introdução (título provisório), de João Alexandre Peschanski e Daniel Bin. Disponível para download aqui. 

A edição sugerida do Manifesto Comunista é a da Boitempo Editorial, organizada por Osvaldo Coggiola e traduzida por Álvaro Pina, originalmente publicada em 1998, com várias reimpressões. O livro pode ser adquirido aqui. O Manifesto Comunista é um livro clássico, de fundamental importância na tradição intelectual ocidental, e recomendo a compra da edição da Boitempo Editorial por ser uma versão cuidadosa e trazer textos de apoio úteis. Nessa edição, a seção "Burgueses e proletários" vai da página 40 à 51. Vale notar que leremos boa parte dessa obra.

Para aqueles que preferirem não comprar o livro, há várias versões on-line em português, cuja qualidade não é garantida. Abaixo, três dessas versões.

http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/manifestocomunista.pdf
http://www.pstu.org.br/sites/default/files/biblioteca/marx_engels_manifesto.pdf
http://www.marxists.org/portugues/marx/1848/ManifestoDoPartidoComunista/


Capa do Manifesto Comunista, de 1848. Fonte: Wikimedia Commons.


Abaixo, uma leitura complementar, para quem quiser se aprofundar sobre o Manifesto Comunista.

José Paulo Netto, "Elementos para uma leitura crítica do Manifesto Comunista", em Karl Marx e Friedrich Engels, Manifesto Comunista, São Paulo, Cortez Editora, 1998. Disponível aqui. 

José Paulo Netto é um dos principais estudiosos da tradição marxista no Brasil e apresenta na primeira parte desse ensaio o contexto histórico e político da redação do Manifesto Comunista. Marx e Engels escreveram esse documento como programa político da Liga dos Comunistas, originalmente publicado em 1848, quando eclode a Primavera dos Povos, um importante conjunto de manifestações operárias e urbanas que assolou a Europa por vários meses. O restante do ensaio apresenta principalmente as contribuições filosóficas e o arsenal teórico do Manifesto Comunista e, até pela temática abordada, é uma leitura difícil. O fim do ensaio discute o Manifesto sob um olhar contemporâneo, que, entre outros apontamentos, avalia o legado do texto clássico na situação atual do mundo do trabalho e da globalização. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Slides da aula 1

Seguem aqui os slides da primeira aula, de apresentação do curso e do professor.

Plano de aula de 2017

Bem-vindas e bem-vindos ao blog da disciplina de Ciência Política para o 3o ano de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero. Aqui, todo o material da disciplina será postado, com antecedência suficiente para que possam preparar-se. Isso inclui: leituras, slides de aula e outras mensagens, que -- espero -- as/os motivarão a mergulhar na compreensão aprofundada dos dilemas da vida social.

Todo o material estará disponível no meu servidor, numa plataforma chamada NeuroMat/Pydio. Podem confiar, por mais que, em alguns navegadores, possam eventualmente surgir mensagens de aviso de segurança.

Aqui vai o link para o plano de aula do primeiro semestre. Leiam atentamente esse documento, que resume o compromisso que vocês e eu estamos estabelecendo para o desenrolar da disciplina.

Algo que não coloquei no plano de aula, mas que fica registrado aqui: não respondo Inbox no Facebook sobre dúvidas em relação à aula, provas e afins.

Bom ano para nós!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Exame final


Há pelo menos duas motivações relacionadas ao exame final. A primeira é obviamente dar uma oportunidade de recuperação aos/às estudantes que não atingiram sete de média no agregado dos quatro bimestres. Pelo que entendo, a nota que tirarem no exame final é somada à do agregado dos quatro bimestres e esta soma é então dividida por dois. Se o resultado for igual ou superior a seis, vocês são aprovados/as na disciplina. Para maiores informações, verifiquem o “Manual do Aluno”, disponível no site da faculdade.

A segunda motivação diz respeito à oportunidade que lhes é oferecida de aprofundar o conhecimento específico dessa matéria, num período especial, em que colocam novo alento e têm tempo para canalizar mais esforços no conteúdo abordado. Para o exame final, a expectativa é então que consigam dedicar-se e a expectativa dessa dedicação é base do que será cobrado.

Nessa consideração, o exame é parte corrente do processo de avaliação na Faculdade Cásper Líbero.

O exame final da disciplina de Ciência Política no curso de Jornalismo cobre o material visto durante o ano letivo de 2016. Haverá: quatro perguntas teóricas, todas relacionadas aos textos vistos em aula e listados abaixo; duas análises de dados relacionadas à política -- de acordo com o nível do material abordado nos segundo e terceiro bimestres; e quatro questões sobre artigos recentes de política, baseadas em leituras novas.

Os textos já vistos em sala de aula que caem na prova são:

* Marx, Karl; Engels, Friedrich. "Burgueses e proletários” e “Proletários e comunistas”, Manifesto Comunista (Boitempo, 1998), p. 41-59.
* Cardoso, Fernando Henrique. "O regime político brasileiro." Estudos Cebrap 2 (1972).
* Therborn, Göran. "Os campos de extermínio da desigualdade." Novos estudos-CEBRAP 87 (2010): 145-156.
* Singer, André. "Raízes sociais e ideológicas do lulismo." Novos estudos-CEBRAP 85 (2009): 83-102.

Os textos podem ser recuperados a partir do blog do curso: http://cienciapoliticaparajornalistas.blogspot.com.br/ . Se algum material estiver indisponível, avise-me por favor o quanto antes; é responsabilidade do/a estudante conseguir acesso aos textos e avisar-me se não estiverem mais disponíveis no blog.

Os textos recentes de política na mídia são:
-- Antunes, Ricardo. "A devastação do trabalho na contrarrevolução de Temer" Le Monde Diplomatique. Disponível em: http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=2182
-- Barros, Celso. "O giro do PSDB no espectro político e o deslocamento do PT" Folha de S.Paulo. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2015/09/1680458-o-giro-do-psdb-no-espectro-politico-e-o-deslocamento-do-pt.shtml
-- Braga, Ruy. "Contornos do pós-lulismo." CULT. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2015/10/contornos-do-pos-lulismo/
-- Bucci, Eugênio. "O que dizer agora?" Estado de S.Paulo. Disponível em: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,o-que-dizer-agora,1738956
-- Martins, José de Souza. "Rótulo em branco: a esquerda não tem tentado traduzir em teoria a realidade do País, diz sociólogo" Estado de São Paulo. Disponível em: http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,rotulo-em-branco-a-esquerda-nao-tem-tentado-traduzir-em-teoria-a-realidade-do-pais-diz-sociologo,10000090744
-- Soares, Luiz Eduardo. "Esquerda deve aliar projeto libertário a enfrentamento de desigualdades" Folha de S.Paulo. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/11/1835782-esquerda-deve-aliar-projeto-libertario-a-enfrentamento-de-desigualdades.shtml

A princípio todas as questões serão de múltipla escolha, menos duas. Cada questão terá o mesmo valor: um ponto. A prova será individual e sem consulta, no dia previsto para o exame. 

A melhor estratégia de estudo é fazer bons fichamentos dos argumentos principais dos autores. Recomendo a formação de grupos de estudo. As questões seguirão o estilo com o qual trabalhamos no decorrer do ano.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Conflito de horário

Pessoal,
Por uma confusão no agendamento de bancas de TCC, fui confirmado numa atividade no nosso horário de aula, na quarta à noite, no segundo horário. Vou postar as notas amanhã e, para quem quiser falar comigo, poderá me achar no primeiro horário ou no intervalo. Não haverá chamada.
Desculpem o aviso em cima da hora.
João

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Treinamento avançado de edição na Wikipédia

Olá, pessoal. Pensei que alguns de vocês se interessarão por esse treinamento, já que estão agora bastante familiarizados com essa tecnologia. Abraços!

Nos dias 12, 13 e 15 de dezembro, a equipe de difusão do CEPID NeuroMat, na USP, vai oferecer um treinamento avançado de Wikipédia e outros projetos Wikimedia. Vão participar os integrantes da equipe de difusão do CEPID NeuroMat e há lugar para até dez convidados externos. A iniciativa é liderada pelos professores responsáveis pela equipe do CEPID NeuroMat, Fernando da Paixão (UNICAMP) e João Alexandre Peschanski (FCL).
Se houver mais de dez pessoas inscritas, serão confirmadas as dez primeiras pessoas inscritas. Há limite de participantes, já que parte do trabalho será realizada no laboratório de computação do CEPID NeuroMat.  Se tiver interesse, comunique comunicacao@numec.prp.usp.br
O treinamento vai das 10h às 18h, nos três dias: 12, 13 e 15 de dezembro.

O endereço do CEPID NeuroMat está disponível em: http://neuromat.numec.prp.usp.br/

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Projeto Wikipédia: última etapa

Oi, pessoal,
A maioria de vocês deixou a entrega do Projeto Wikipédia para esta semana. Não haverá mais laboratório de edição: na quarta e na sexta, voluntários e eu apenas daremos nosso OK para a publicação na página principal.
Isso será feito da seguinte maneira:

* na quarta, a partir das 18h, tanto eu quanto um voluntário estaremos disponíveis para olhar seus verbetes e dar ou não o OK para publicação. Se não conseguirmos dar conta de todas as aprovações entre as 18h e as 19h, continuaremos o trabalho no horário da prova, atendendo aqueles que terminarem a avaliação em sala.

* na sexta, começaremos com a prova e atenderemos aqueles que terminarem a avaliação em sala. Depois das 11:30, seguiremos o atendimento até as 12:30.

Dará tudo certo. Gostei muito dos 43 verbetes aprovados por enquanto. Parabéns!
João Alexandre

domingo, 13 de novembro de 2016

Organização do fim do bimestre

Olá,

Primeiramente, quero aproveitar este espaço para agradecer as gentis mensagens que recebi de muitos de vocês na circunstância incrivelmente sofrida pela qual passei. Sigo ainda muito triste, mas estou pouco a pouco me recompondo. Obrigado.

Em segundo, desculpem-me pela confusão nesse período final de bimestre. Entrei subitamente em licença e estive desconectado de nosso cotidiano acadêmico. Recebi na última semana algo em torno de 200 correios eletrônicos relacionados à Cásper e estou pouco a pouco começando a organizar esse acúmulo de trabalho. Ao que me consta, nenhuma mensagem na Wikipédia ficou sem resposta, pelo que agradeço aos voluntários que nos assessoram.

Em terceiro, passo aqui as seguintes instruções:

* Lembrem-se que só podem publicar seus verbetes com minha autorização ou a de um dos voluntários que acompanham nosso trabalho.
* Tomem muito cuidado com plágio! Podem ser cometidos mesmo sem má fé.
* Nos dias 16 e 18, teremos laboratórios de edição. Muitos de vocês finalizarão, acredito, o trabalho nesses dias. Para os que não conseguirem finalizar o trabalho nesses dias, haverá uma semana a mais de prazo.
* Nos dias 23 e 25, teremos a prova bimestral (será curta!) e, para quem não tiver conseguido acabar o verbete a tempo, farei atendimento para dar o aval para publicação na página principal da Wikipédia.

Ressalto que é preferível que, se possível, se organize para finalizar o Projeto Wikipédia nos dias 16 e 18, em que o acompanhamento de usuários experientes será mais efetivo.

Cancelei a dita tarefa 6 -- A revisão de um verbete realizado por um/a colega sobre bens culturais tombados na cidade de São Paulo --, pois não haverá prazo suficiente para realizá-la. Isso prejudica um pouco a qualidade do resultado final que desenvolveremos, mas como estendi o prazo para a entrega da quinta tarefa, não vejo alternativa. Farei os devidos ajustes na nota final.

Espero que entendam e concordem.

Abraços,

João Alexandre

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Cancelamento do laboratório de edição nesta semana

Queridas e queridos estudantes,
Estou de licença esta semana, por conta de um grave assunto familiar. Por conta disso, cancelei os laboratórios de edição na Wikipédia, previstos para quarta e sexta.
Obrigado pela compreensão.
João Alexandre